EXTREME PAGE FLIPPING

Um dos efeitos mais legaizinhos e orgânicos em nossos gadgets é o famoso page flip, ou em bom português, aquela viradinha de página esperta.

Quando era novidade, eu mal conseguia ler um livro direito, de tanta ansiedade para chegar logo no fim da página. Nem prestava atenção no texto, queria mesmo era virar a página.

Aí, quando chegava a hora, eu ficava virando e desvirando. Rapidinho, e depois bem devagarzinho. Só pra ver os detalhes todos, tudo alí comandado pela ponta do meu dedo. “Como ficou bom isso”, eu pensava.

Misteriosamente, o page flip é provavelmente a transição mais cafona do mundo, um completo desastre em keynotes e slide shows. Mas alí, no livrinho digital, no contexto certo, nosso cérebro se esbalda com o efeitinho.

As primeiras eram meio duronas, lembra? A página vinha inteira, mais para um wipe do que pra flip.

Depois vieram aquelas que começam a dobrar pelas orelhinhas, bem mais bonitas.

Agora, na última versão do iBook, as páginas são meio transparentes e as letras do texto aparecem flipadas do outro lado. Deus, nos detalhes.

Achei que tínhamos chegado ao limite da perfeição no ato de folhear, sem folhas.

Ledo engano.

Fica claro que “folhear” mesmo, só agora. Antes, era só virada de página.

Repare no último efeito. Você desenha com o dedo um número e o livro se abre magicamente na página certa. Em breve, em um tablet perto de você.

Veja também: Os melhores apps de iPad que cabem em uma tela

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